Knights and Colossus em outras línguas

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

KaC Burst Souls: Capítulo 5


Templaria

O sol já estava se pondo na praça central da cidade onde, após um longo dia de treinamento, César, Maxter se reuniam diante da estátua dos deuses.

César: Quando eles irão aparecer?

Denise: A qualquer momento. Disseram para esperar por eles aqui, e quando estivermos sozinhos.
César olha para os lados e, embora a praça já estivesse quase vazia, os deuses não poderiam aparecer mesmo com algumas pessoas por perto. A espera durou meia hora, até que os três eram os únicos presentes por ali.

César: Já estamos sozinhos.

Maxter: O que significa que eles chegarão a qualquer momento.

Os olhos da estátua de Lucis e Borba brilham. Uma voz começa a falar.

Lucis: Muito bem, Denise. Não só decidiu se juntar a nós, mas também nos trouxe aliados.

Borba: O exército de Dormin é maior do que imaginamos. Em menos de três dias, dois dos dezesseis dos cavaleiros foram mortos pelos Cavaleiros das Trevas.

César: E quem são esses “Cavaleiros das Trevas”? Achei que os servos de Dormin eram apenas sombras.

Borba: Pouco se sabe sobre eles. Nós sabemos que os Cavaleiros são um grupo de pessoas com excelentes habilidades de combate, seja mano-a-mano ou a distancia. Eles também possuem uns cristais que se transformam em cópias de nossos colossos na Terra.

Maxter: O que nós fazemos agora?

Lucis: Há um poderoso artefato escondido nas ruínas de Templaria, que nos permite acessar as memórias de seres do passado, presente e futuro. Eu quero que vocês encontrem-no e usem-no para descobrir a localização de todas as bases secretas de Yuri e Dormin.

Maxter: Vocês não conseguem ver todas? Digo, vocês são deuses...

Borba: Dormin cobriu grande parte dessa ilha com uma capa de sombras, então não conseguimos ver muita coisa. Os únicos lugares não cobertos são os lugares onde podemos falar com vocês.

Lucis: Não há mais tempo para conversas, vocês precisam começar explorar as ruínas agora mesmo.

Maxter: Ok, vamos lá então.

César: Não iremos desapontá-los.

Os três, então, retornam ao orfanato silenciosamente para pegar suas coisas: armas, comida, água, tudo que eles precisavam para sobreviver à viagem. Eles se entreolham e, então, partem para as ruínas de algo que já foi a capital da ilha que viviam.

[...]

Esconderijo dos Cavaleiros – Hien

Após uma série de corredores derrotando soldados e sombras, Marcos e Matheus conseguem se encontrar com Vaizard e seu aliado, Celosia.

Marcos: Encontrou algum problema no caminho?

Vaizard olha para o seu colosso.

Vaizard: Nada que eu não pude suportar. E vocês?

Marcos: Tudo bem por aqui. O senhor Potter aqui do lado deu uma ajudinha.

Em um movimento súbito. Os três param de conversar e olham para o grande corredor ao lado deles, o único lugar que não foi devastado pelos três. Haviam alguns grasnados vindo da outra ponta a qual, pela vista deles, aparentava ser uma sala enorme.

Matheus: Ainda não destruímos tudo nesse esconderijo. Vamos!

Vaizard sobe em Celosia e corre na frente, sendo seguido por Vaizard e Matheus. Algumas sombras tinham aparecido no caminho dos três, mas aquelas que não sentiam a cabeçada de Celosia logo que nasciam eram mortas pelas espadas dos dois cavaleiros que o seguiam.

Não demorou muito para os três chegarem à grande sala. Todo o ambiente havia mudado: Paredes frias de ferro, canos, tubos transparentes no chão, nos quais fluía um líquido vermelho. Em uma parte elevada no centro do grande cômodo, estava um cavaleiro das sombras.
Marcos: Merda! É um dos cavaleiros da elite!

????: Vejo que já conhece o conceito da hierarquia da nossa irmandade. Mas entrar em nossa própria casa e derramar sangue de nossos aliados não foi uma sábia ideia.

Os três cavaleiros se entreolham, enquanto, pendurado em um dos canos do alto da sala, grasna Shadow Avion. Os três olham surpresos e, em um movimento de instinto, sacam suas armas.

????: Ah, o famoso Matheus. Atriccis me falou de você. Simulacrum, não é?

Matheus hesita por um momento. Atriccis, uma cavaleira das sombras de elite? Uma ceifadora?

Matheus: Quem é você?

????: Meu nome é Vermont, sou um dos quatro ceifadores da ordem dos cavaleiros das trevas. Vocês foram escolhidos pelos deuses para nos impedir de realizar nosso objetivo mas, assim como seus aliados de Hydrus e Quadratus, vocês irão cair sobre nossa espada.

Ele tira duas bestas das costas e assobia para que Shadow Avion dessa.
Vermont, em um rápido movimento, sobe em Shadow Avion, aponta uma das bestas para o trio e atira.
A flecha atinge Marcos de raspão no braço.

Marcos: Como? Ele nem colocou alguma flecha naquilo!

Shadow Avion toma altitude e Vermont começa a dispara flechas de cima da grande sala. Os três garotos desviam bravamente, mas ainda não sabem como irão causar qualquer tipo de dano em seu inimigo.
Shadow Avion começa a voar em círculos no topo do cômodo, enquanto dezenas de flechas são lançadas das bestas de Vermont. Uma delas atinge Vaizard na perna, que cai.
Ao cair no chão frio e metálico segurando sua perna, Vaizard nota a geografia da sala, percebendo uma estratégia de ataque.

Vaizard: Os canos! Usem os canos!

Marcos e Matheus, percebendo a ideia do amigo, se entreolham e concordam. Marcos começa a subir os canos da direita, enquanto Matheus chega perto do amigo ferido.

Matheus: Você está bem? Tenho umas medicinas aqui.

Vaizard: Eu estou bem, agora vá! Antes que você se machuque também.

Matheus começa a subir os canos da esquerda, enquanto Marcos já estava quase chegando no topo. Vermont, percebendo perigo, manda uma flecha vermelha brilhante na direção de Marcos. Antes da mesma atingir o garoto, a alguns centímetros de distância, ela explode, fazendo Marcos cair de uma grande distância.

Matheus: Droga!

Mas o garoto de Simulacrum teve que ignorar isso pois o cavaleiro, agora mirando nele, Estava fazendo a curva em um lugar mais próximo do normal.
Matheus aproveitou a oportunidade e pulou para lá, segurando em uma parte da causa de Shadow Avion. Vermont, notando isso, chega perto do garoto e o impede de se levantar, pisando em suas mãos.

Vermont: A brincadeira acabou.

De repente, em um golpe súbito, uma grande parte do teto da sala é quebrada e, de lá, surge uma mão de pedra que agarra Shadow Avion. O pássaro de sombras se transforma novamente em pedra, fazendo Vermont cair. Matheus havia se segurado na mão de seu colosso.

Matheus: Argus!

Vermont desce rapidamente de ponta-cabeça, em direção ao chão. Ao tocar o solo, ele explode, abrindo uma cratera no impacto e espalhando chamas por todos os lados.

Argus consegue tirar Vaizard, Marcos (Que havia desmaiado com o impacto) e Celosia. De longe, o trio consegue ver o grande esconderijo dos cavaleiros se transformar em cinzas e ruínas.

Vaizard: É melhor formos embora logo, nunca se sabe quando um verme gigante pode sair de um buraco e nos devorar vivos.

Matheus: O que te faz pensar que há um verme gigante por aqui?

Vaizard: Ah, só um palpite. Quer ficar e descobrir?

Matheus dá de ombros.

Matheus: Melhor não. Vamos logo, então.

[...]

Floresta de Outono

Kaique e Ditto chegam até um grande buraco, no meio da floresta. Ditto começa a examinar os arredores, enquanto Kaique pega um mapa.

Kaique: Bom, o esconderijo deles é bem aqui. Você está pronto?

Ditto: Cara, eu nasci pronto. Vamos lá.

Kaique saca seu machado, e Ditto desbainha sua rapieira. Kaique é o primeiro a pular no buraco. É uma longe descida, mas no final os dois chegam a um grande corredor de metal.

Ditto olha todo o corredor.

Ditto: Que interessante, um corredor feito com ferro maciço. Deve ter custado uma fortuna.

Kaique: Não há tempo para isso, vamos logo.

Após atravessar uma longa série de corredores, os dois chegam a um grande portão, que se abre automaticamente para eles. Do outro lado, o ambiente muda por completo. A sala a era gigantesca, esverdeada, cheia de árvores e, ao mesmo tempo, com traços sombrios e modernos, com sombras vagando por toda parte. No centro da grande sala, estava uma estátua de tartaruga gigante.
Ao ver uma sombra se aproximando, Kaique e Ditto se escondem atrás de uma árvore. Kaique volta a olhar novamente para a estátua.

Kaique: Aquele é...

Para sua surpresa, os olhos da grande tartaruga se acendem, e ela começa a se levantar. Todas as sombras parecem desesperadas, mas a tartaruga parece ignorar isso.

Ela chega perto de Kaique.

Kaique: Basaran...         

            
[...]

Terra Proibida

Após alguns minutos caminhando, Suxgotav, Hexdrel e Rehac avistaram o Templo da Adoração, grande monumento que marcava o centro da terra proibida. Hexdrel foi à frente, subindo as escadas na frente do templo.

Hexdrel: Eu conheço um lugar nesse templo, no andar de cima, lá tem água e comida. Nós podemos ficar por lá.

Suxgotav: Ok, vamos arrumar nossas coisas lá em cima e tratar de encontrar o Adar Flam.
Os três subiram a escada em espiral, que pareceu interminável, e seguiram para um caminho a esquerda. O caminho os levou para um jardim, surpreendentemente bem tratado, com água limpa e árvores frutíferas, como Hexdrel havia dito.

Rehac: Como esse lugar continua tão vivo depois de tudo?

Hexdrel: Não sei. Mas aqui tem espaço suficiente para nos abrigar por muito tempo. Vamos, façam suas barracas e sairemos para encontrar o corpo vazio.

Alguns minutos depois, todas as barracas já estavam feitas. Rehac e Sux ajeitaram suas espadas, presas em um cinturão, enquanto Hexdrel olhava em um mapa da Terra Proibida.

Hexdrel: Tojin disse que ele pode estar por aqui, nas planícies. Se começarmos a explorar por aqui, devemos achá-lo mais rápido.

Suxgotav: Nessa parte, ao norte? Ok, vamos lá então.

Os três saíram do santuário e gastaram cerca de dez minutos para atravessar o longo deserto que assolava o norte daquela terra assolada pelo tempo. Logo, os jovens chegam a uma ponte quebrada, que cobria um lago, cujo fundo não podia ser visto. Todas as rochas e construções ao redor do lago estavam cobertas com musgos.

Adar Flam estava em cima de um pilar, com as asas levantadas de modo intimidador.

Rehac: Vocês acham que é aquele ali?

Suxgotav: Com certeza é ele.

De repente, um longo e fino rugido ecoa do céu. Das densas nuvens que cobriam o lago, surge um vulto negro. Ele vai descendo, e se revela ser uma grande serpente voadora feita de sombras. Um Shadow Colossi. Em cima dele, estava um cavaleiro das trevas.

Suxgotav: Droga, mais um?

Hexdrel: O que há de errado com os olhos dele? Ele é cego?

O cavaleiro desce de seu colosso e, de sua mão esquerda, surge uma katana de sombras. Os três perceberam que a mão direita dele era coberta por uma espécie de bracelete de metal enorme, aparentemente pesado.

Suxgotav tirou sua espada da bainha e partiu em direção ao seu inimigo. O cavaleiro, mesmo sendo cego, conseguiu desviar com precisão do primeiro golpe. Suxgotav tenta de novo, dessa vez horizontalmente. O cavaleiro joga sua mão direita em direção a espada, e agarra a lâmina sem aparentar dor.

Suxgotav: Mas o que?

O cavaleiro joga a espada do garoto para o lado, caindo a três metros de distância deles. Ele levanta sua katana para matar Suxgotav, mas o garoto dá um passo para trás, desviando do golpe.

No meio deles, alguns raios começam a surgir de uma esfera, que ia crescendo cada vez mais até se tornar do tamanho deles. De dentro dela, sai Yuri, o líder dos cavaleiros. O cavaleiro cego se ajoelha.

Yuri: Levante-se, Tenebris.

Tenebris se levante, sem dizer palavra alguma. Yuri volta sua atenção para Suxgotav, Rehac e Hexdrel.

Yuri: Prazer em conhecê-lo, escolhido de Tojin. Eu sou Yuri, o líder dos Cavaleiros das Trevas.

Suxgotav: Escuta, são todos vocês que tem esse tom de sarcasmo na voz?

Yuri aponta a Queen Sword para Suxgotav, e dela saem raios que paralisam o garoto.

Yuri: Eu poderia matá-lo, mas de nada adiantaria. Você não é um dos escolhidos, afinal.

O mestre dos cavaleiros voltou a olhar para Rehac.

Yuri: Considere-se sortudo, por eu não estou com tempo para vocês hoje. Estamos aqui pelo corpo vazio.

Rehac: Eu não vou deixar que vocês o peguem!

E dizendo isso, Dirge saltou da terra e partiu em direção a Yuri, com a boca aberta. O mestre dos cavaleiros aponta a espada para Dirge, e o colosso para no ar e, depois, é jogado para o lado.

Yuri: Ah, você quer jogar grande? Pois então, nós iremos jogar grande.

Yuri tira do cinturão um cristal, assim como o dos cavaleiros, porém esse era maior e esverdeado. Ele o joga no lago. Depois, o mestre dos cavaleiros desaparece.

Tenebris sobe em cima de Shadow Phallanx e o colosso sobe até desparecer nas nuvens. Os três guerreiros sabiam que ele não havia fugido, estava apenas esperando pelo momento certo.

Algo no lago rouba a atenção. De dentro da água, surge uma versão diferente do colosso Hydrus. Seus olhos eram verdes, seus espinhos não mais soltavam eletricidade, sua pela é coberta de um musgo aparentemente escorregadio
.
Tojin: Esse é... Hydrus?

O colosso, para a surpresa de todos, sai do lago e começa a escalar a rocha coberta com musgos. Ele vai seguindo caminho de musgos até chegar perto dos três. Quando está quase chegando perto deles, ele entra na terra. Da terra, saem grandes espinhos de madeira, seguindo a mesma rota que Hydrus segue debaixo da terra.

Suxgotav: Você só pode estar de brincadeira com a minha cara.

3 comentários:

  1. Fato curioso:Tenho um amigo com o sobrenome Borba

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  2. "César: E quem são esses “Cavaleiros das Trevas”? Achei que os servos de Dormin eram apenas sombras.
    "

    Batmans [kbelojo]

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